Tipos de Fetiche. O prazer é meu, é seu, é nosso

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No universo do sexo, se tem uma coisa que nunca sai de moda – igualzinho àquele pretinho básico – é o tal do fetiche.

De origem francesa (Oui, oui!), a palavra fétiche significa objeto enfeitiçado ou comportamento que desperte excitação sexual. Resumindo aos leigos: pu-ta-ria!

Das mais diversas formas ou lugares, o fetiche parte da cabeça e viaja por pés, piercings, tatuagens, cheiros, cabelos, roupas, sapatos e uma infinidade de coisas que causam prazeres sexuais. Ou dores, caso você seja um adepto às tapas ou amarras (Se sim, ligue pra mim!).

Uma curiosidade é que existe diferença entre o fetiche e a fantasia sexual. Afinal, ter fantasia não significa necessariamente que aquilo aconteça para causar excitação. Pode estar só na sua cabeça, por exemplo, como aquele Ménage à trois que nunca rolou (eu sei, é frustrante).

Já o fetiche, para que ele cause o desejo sexual, o fetichista precisa necessariamente de um objeto ou situação específica para ter prazer.

Então, que tal dar uma olhadinha (espiar não dói, não é?) nos fetiches mais frequentes no nosso dia a dia.

Exibicionismo

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Mais comum do que se pensa, esse fetiche é o desejo incontrolável (#SQN) de se satisfazer sexualmente exibindo o corpo ou parte dele, como pepeka ou pau, aos outros. Mas, PELAMORDEDEUS, se você for adepto, tenha um pouco de bom senso na hora de se exibir.

Ménage à Trois

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Um fetiche que envolve convidar uma terceira pessoal (me chama!) para o rala e rola, seja um homem ou uma mulher, e, assim, apimentar a relação. Porém, lembre-se que, caso o casal resolva explorar esse caminho, o diálogo é fundamental antes de tudo.

Voyeurismo

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É a prática de sentir prazer através da observação de outras pessoas, envolvidas ou não, na fornicação nossa de cada dia. Inclusive, na maioria das vezes, o alvo nem sempre está ciente do que está acontecendo (safadinho!), por isso, cuidado, atenção e respeito são fundamentais.

Swing

(O negócio está esquentando, hein?) Pode até ser considerado uma evolução do Ménage à Trois – quase um Pokémon – mas esse fetiche vai além. Afinal, nesse caso, existe uma relação monogâmica temperada pela poligamia sexual. Ou seja, variar o cardápio com uma, duas, três, quatro pessoas, não faz mal a ninguém, desde que seja com respeito e diálogo.

BDSM

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Vamos começar explicando a sigla, ok? B de Bondage, D de Disciplina, S de Sadismo e M de Masoquismo (eita, que a porra agora vai pegar fogo!). Um fetiche que envolve sentir ou oferecer prazer através da dominação ou submissão na cama. Mas se você está pensando “ah, uma tapinha não dói”, saiba que aqui o buraco é mais embaixo. Fetiches como torturar o pau, urinar no rosto do parceiro ou parceira, sonda anal, etc. fazem parte do cotidiano dessas pessoas. Contudo, não se assuste. Com limite e concordância entre as partes, todo prazer é possível (bate que gosto, vai!).

Podolatria

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É claro que o clássico da literatura sexual não poderia ficar de fora dessa lista! O fetiche consiste em nada mais, nada menos, do que ter tesão por pés. Sejam eles grandes, pequenos, médios ou cabeludos (tem gosto pra tudo!). Aqui, uma regra é simples: lavou, tá novo! Se você é dos que curte isso, já falamos sobre o assunto aqui.

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Resumo da obra (calma, você vai ter seu orgasmo!): desde que seja consensual com o parceiro ou parceiros, desde que não atrapalhe sua vida ou seu psicológico e desde que seja pura e unicamente para o prazer, tudo é possível. Solte-se, liberte-se e explore-se. Porque o bom da vida é gozar.

Edu G.

Casado, curioso e um verdadeiro explorador do sexo. Para mim, quanto mais obscuro, melhor. Ou seja, não julgue o livro pela capa, amiguinhos. E, nos finais de semana, com o maior prazer (literalmente) Terapeuta Sexual de meia tigela. Têm dúvidas? Eu respondo.

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